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Um Amor Assim

Um Amor Assim

17
Nov22

...é Amor, Princesa...

Luis Vasaque Darte

(os stresses naturais do pós-beijo dado com ganas mas também com todos os sentimentos de culpa agarrados)

[(Luis - O toque da tua pele, é...

Elsa - Tudo um perigo…

Luis - És linda, meu Amor. És a minha vida. A luz que alumia os meus dias. Tudo para mim. Até logo, Amorzinho. Vou buscar a amiga.

Elsa - Estou a tremer…

Luis - Então?

Elsa - Sou louca.

Luis - És linda. Não louca.

Elsa - Esqueci me do alta voz. E que a tinhas ido buscar.

Luis - Não houve stress nenhum.

Elsa - Por pouco não perguntei se já tinhas saudades. Meu Deus…

Luis - Vais perguntar se já tenho saudades?

Elsa – Não…

Luis - Tenho muitas já.

Elsa - Estou stressada.

Luis - Como tu também já tens minhas. Respira, coração. Não stresses. Hoje é para pensares só em nós.

Elsa – Xau…)]

 

É tão giro estar apaixonado, não é? Mas não. Também não posso acrescentar muito mais sobre este assunto, porque também não estou apaixonado por ti. Pois…
Eu tento. Eu juro mesmo que tento centrar-me noutras coisas. Mas não consigo. Sempre que penso em escrever, as palavras alinham-se com os traços do teu rosto e tentam descrever-te num retrato. Juntam-se e constroem-me a figura do teu corpo. Começam a correr pela folha, atropelando-se umas às outras, sempre com os adjectivos a tentarem chegar em primeiro lugar. Perfeita. Intensa. Linda. Adorável. Olha, estes foram os primeiros a cortar a meta. Podiam ser tantos outros. Poderia arranjar uma listagem de palavras para te caracterizar numa adjectivação tão exaustiva. Poderia escrever páginas e páginas, a descrever cada pormenor que te constrói nesse todo que tanto desejo. Desisto. Rendo-me. Pronto, que seja feita a vontade destas malditas palavras que se amontoam na minha cabeça, sedentas de falar de ti. Vou só tentar ordená-las de uma forma correta para que não diga nada que não deva. Não te amo (pouco). Mas quero-te (muito). Tanto. Uma vez, e outra e mais outra ainda. Quero-te por todas as vezes que me quiseres também. Hoje não me apetece mesmo nada escrever…mas já me começo a habituar a que as palavras mandem em mim, quando o assunto és tu. Será que elas se conseguem organizar sozinhas para me responderem a uma pergunta minha, já agora? O que é isto afinal?! Terei que inventar um novo sentimento para definir o que sinto por ti? O que sinto por ti é meu, e só meu. E teu porque também me queres…esperar é uma virtude e não vou a parte alguma. Quero-te, choro-te todos os dias, adoro-te mais que a tudo. És a minha vida. És tudo, é duro, é forte, é…a palavra que tens medo de usar…é Amor, Princesa.  (23MAR)

 

"Porque não tens saudades
Porque não pensas em mim
Porque não Amas
Porque não me queres também
Por todos os "porque nãos", que são só uma desculpa para tentar desviar o que sentes.
Já te disse, Elsa, o Amor não aparece e depois desaparece num estalar de dedos"  (23MAR)

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